Sexta-feira, 30 de Setembro de 2011
Lançamento do livro "Textos Seletos de Helena Blavatsky, vol. I"

"No próximo dia 7 de Outubro, 6ª feira, às 18h 30m, terá lugar na sede do Centro Lusitano de Unificação Cultural, sita na Rua Pascoal de Melo, nº 4 – 1º, em Lisboa (metro Arroios), a apresentação e lançamento do livro “Textos Seletos de Helena P. Blavatsky, vol.I”. Trata-se de um primeiro conjunto de textos inéditos, em livro, na Língua Portuguesa, da ilustre fundadora do movimento esotérico contemporâneo. Com um total de 252 páginas, tem um um custo de € 17, já com IVA incluído.

 

Lembramos as inscrições (cujo prazo está já bastante perto do fim) para a participação no Curso “Espiritualidades do Mundo” (que se inicia dia 11 de Outubro, com recepção aos alunos do dia anterior). Consideramos este Curso, único em Portugal e talvez no mundo, da maior importância. O seu insucesso constituiria um duro e confrangedor golpe (para o CLUC e em geral). “Não podemos deixar morrer os mais nobres ideais”.

 

Recordamos ainda o curso do CLUC “A Mente Dual – Da Escravidão à Liberdade”,que começa no dia 12 de Outubro, e cujas inscrições estão igualmente a decorrer. Informamos que embora o curso, como habitual, seja ministrado pelo Presidente do CLUC, José Manuel Anacleto, uma das aulas (a que versa sobre Meditação Budista) será leccionada pelo Prof. Paulo Borges, Presidente da União Budista e do PAN –Partido pelos Animais e pela Natureza, que amavelmente acedeu ao nosso convite."

 

Centro Lusitano de Unificação Cultural

www.centrolusitano.org



publicado por ofaroldealexandria às 16:26
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sábado, 17 de Setembro de 2011
"Espiritualidades no Mundo"
Porquê este curso "Espiritualidades do Mundo"?

Talvez porque entendemos que na marcha espiralada do Tempo a memória é por vezes curta, tendo obliterado e/ou distorcido muito da riqueza e diversidade das heranças filosóficas vindas do que designamos como “Oriente” e “Ocidente”.
Assim sendo, justifica-se a proposta que agora fazemos: um curso que pretende proporcionar uma jornada desafiante que nos estimule um olhar subtilmente inquiridor – com todas as implicações práticas que daí advêm – sobre modos de pensar e praticar a Vida como via tendente à Libertação, quer a digamos como Nirvāṇa, Mokṣa ou Kaivālya ou ainda Salvação.
É afinal, e não mais do que, uma pequena janela aquilo que vos propomos! Poderemos fazer um pouco de caminho, trazendo na mochila o desassossego de existir e no coração o “espantamento” reflexivo complementado pela vontade de avançar pelas sendas que os olhos da Psyché, essa que anseia e participa do Noūs, ansiosamente contemplam.

Breve descrição

O curso Espiritualidade do Mundo intenta uma abordagem séria e rigorosa, integrando docentes devidamente qualificados, onde o rigor da exposição está associado a um enquadramento linguístico e a uma contextualização filosófica, sociológica e histórica das várias Espiritualidades Mundiais, não estudadas isoladamente mas sim nas suas interconexões, tanto íntimas como externas.
Propõe-se uma abordagem equitativa que não privilegia nenhum paradigma em particular. Se, por um lado, se defende um certo distanciamento crítico em relação ao objecto de estudo, por outro, é assumido o valor do conhecimento directo do que está em causa. Haverá assim um investigar sério de todas as tradições religiosas, espirituais e filosóficas que se constituem aqui como objecto fraterno de meditação.

É nossa convicção segura que se trata de um curso único em Portugal e pouco frequente no mundo.

Pontos a relevar

Reúne-se neste curso a possibilidade de aceder às várias ferramentas fundamentais nesta área, entre as quais se destacam a iniciação ao estudo do Sânscrito, do Hebraico e do Grego, as quais assegurarão uma melhor hermenêutica e exegese dos textos sagrados das várias Tradições.
Dado que este curso não tem intenção lucrativa, as propinas adequam-se a este princípio orientador, embora facultando um pagamento condigno aos vários docentes que é necessário envolver, assim como a cobertura de outros custos inerentes ao seu funcionamento.
Estão a desenvolver-se diligências para a Acredi-tação do curso EdoM.
Existe a possibilidade de e-learning.


Regime livre: está aberta a possibilidade de frequentar apenas alguma(s) disciplina(s) do curso.

Outras questões
Carga Lectiva no 1º e 2º Semestres: 9 horas por semana.
Distribuição: dois dias por semana (3ª Feira e 5ª Feira), em horário pós-laboral.


Curso Espiritualidades do Mundo (EdoM)

Um olhar sério sobre todas as tradições religiosas, espirituais e filosóficas que se constituem aqui como objecto de meditação.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Disciplinas, Horários e Docentes do 1º Ano
1º Semestre
Início: 11-X-2011; 16 sessões por Disciplina

(Disciplina, Dia, Horas e Docentes)

- Linguagem, Simbologia e Ritual - 3ª F, 18.30 – 20.00; António Pires de Carvalho.
- Iniciação ao Sânscrito; Introdução ao Estudo dos Vedas/Épicos/Darśanas 3ª F 20.10 – 22.10; (---) António Faria
- Hermenêutica de Textos Filosófico-Religiosos, 3ª F, 22.10 – 23.40; António Faria - Manuela Gomes.
- Introdução aos Grandes Paradigmas Filosóficos, Religiosos e Espirituais, 5ª F, 18.40 – 20.40; José Manuel Anacleto.
- Filosofia da Espiritualidade, 5ª F, 20.50 – 22.50; Paulo Borges.

2º Semestre
Início: 1-III-2012; 16 Sessões por Disciplina

(Disciplina, Dia, Horas e Docentes )

- Noções Essenciais das Movimentações da Espiritualidade no Mundo, Dinâmicas Inter-relacionais, 3ª F, 18.40 – 20.40; José Manuel
Anacleto.
- Sanāthana Dharma – I, 3ª F 20.50 – 22.50 José Manuel Anacleto - António Faria.
- Holismo em Portugal – Pensadores Portugueses 5ª F 18.30 – 20.00 Paulo Borges.
- Hebraico e Religiosidade Semita, 5ª F, 20.10 – 22.10; António Pires de Carvalho.
- Grego; Tópicos do pensamento Grego e Helénico/Relig. de Mistérios, 5ª F, 22.10 – 23.40; Manuela Gomes - António Faria - José
M. Anacleto.


Curso Espiritualidades do Mundo (EdoM)

Um curso único em Portugal!

Uma jornada desafiante que estimulará um olhar subtilmente inquiridor sobre modos de pensar e praticar a Vida!


Localização das aulas:
Espaço Salitre-Espiral, Praça Ilha do Pico do Faial, nº 13-B (14 A/B), Lisboa (junto ao Largo Dona Estefânia).

Local de Inscrição:
Espaço Cultural do CLUC, R. Pascoal de Melo, 4 - 1º (13h às 19h)
Tel. 21 812 85 96/7; Fax 21 812 85 96

Informações

- Facebook: Espiritualidades no Mundo.
-www.espiral.pt/actividades/activ/cur_espiritualidades_mundo/espiritualidades_mundo.htm
- e-mail: espiritualidadesnomundo@gmail.com
-Tel: 218 128 597 (12.30h às 19.30h); 911 132 509 (12.00h às 22.00h).


-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Preços, Inscrições e Informações

Regime Comum

A frequência de cada ano do curso implicará um pagamento de 123 € referente à Inscrição e de 123 € mensais (durante oito meses), o que permite a frequência de todas as disciplinas de cada ano lectivo.
Assim, no acto de matrícula, além dos 123 € da Inscrição, deverão ser passados oito cheques pré-datados do mesmo valor, para serem levantados de Outubro a Janeiro (em Fevereiro não haverá aulas) e de Março a Junho. Isto totalizará 1.107 €.
Se, no entanto, for opção o pagamento total imediato, haverá lugar a um desconto de cerca de 8%, baixando a quantia integral para 1.020 €.

Se for pretendida a liquidação de todo o primeiro semestre no início, em vez de 123X5 €= 615, o pagamento será apenas 585 €; e no 2º semestre, em vez 123x4= 492 €, o pagamento será de 470 €.
Embora a matrícula possa ser feita até 8 de Outubro, quem o fizer até 21 de Setembro terá um desconto de 50 € na inscrição. E isto porque se torna necessário, até essa data, o cálculo de um número aproximado de participantes.

Regime Livre

Em caso de apenas querer frequentar alguma(s) disciplina(s) do curso em cada semestre, o que corresponde ao “regime livre”, os preços por disciplina serão de 40 €/mês para uma disciplina; 70 € para duas; 95 € para três. Se forem 4 disciplinas o valor será de 120 €.
No caso do “regime livre”, o valor a pagar pela Inscrição será calculado pela fórmula:
Inscrição (Euros)= (nº disciplinas×123)/10

As Matrículas recebidas até 21 de Setembro deste ano beneficiarão de um desconto de 40% que incide no valor da Inscrição.

Nota:
No acto da Matrícula, deverão ser feitas as Inscrições às disciplinas pretendidas, referidas tanto ao 1º como ao 2º Semestre.
------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
CONTEÚDOS

Filosofia da Espiritualidade
Paulo Borges
2011-2012


Introdução

1. O que é filosofia? O que é espiritualidade?

I

1. O Yoga na espiritualidade indiana. As três vias: acção (karma), conhecimento (Jñāna) e amor devocional (Bhakti).
2. Os Yoga Sūtra de Patañjali.

II
1. O Buda, o sentido terapêutico das quatro nobres verdades e os quatro selos: impermanência, insatisfação e vacuidade de todos os fenómenos condicionados; pacificação mental e nirvāṇa.
2. A meditação e a via do meio entre essencialismo e niilismo. Sabedoria e amor-compaixão: samatha-vipassana e metta-bhavana. As quatro meditações ilimitadas: amor, compaixão, alegria e equanimidade. Vacuidade e natureza última da mente.

III
1. A filosofia como exercício espiritual, terapia das paixões e arte de viver na tradição greco-romana. As origens arcaicas da anamnese.
2. Mestria e transformação da mente e da vida nas várias escolas filosóficas. Exercícios espirituais, meditação e atenção ao momento presente: askesis, meletê, prosochè. O exemplo dos Pensamentos de Marco Aurélio.
3. Da alma ao intelecto e ao Uno: purificação, visão contemplativa, contacto e união em Plotino.

IV
1. Cristo e o sentido terapêutico da mensagem evangélica. Cura espiritual, auto-conhecimento e contemplação nos Padres do Deserto, em Evágrio Pôntico e João Cassiano. O movimento hesicasta e os “verdadeiros filósofos”. Pecados cristãos e Kleśas indianas.
2. Transcensão do sensível e do inteligível e da afirmação e da negação, conhecer sem conhecer e união na Teologia Mística do Pseudo-Dionísio Areopagita.
3. O fundo sem fundo de Deus e da alma em Mestre Eckhart. Desapego, nascimento e trespasse/ruptura (Durchbrechen). Regresso ao estado primordial e libertação do mundo, de si e de “Deus”. A via sem via e a vida “sem porquê”.
V
1. Espiritualidade, experiência religiosa e experiência mística: êxtase ou enstase?
2. Formas da experiência mística: teístas, panteístas, não teístas, ateias, inclassificáveis; experiências espontâneas (“mística selvagem”) e metódico-doutrinalmente preparadas.

Conclusão
Amor da sabedoria e felicidade: desinflação do “ego”, do pensamento conceptual e das emoções dualistas. As vias espirituais como terapias e caminhos para a visão nua do real.


Holismo em Portugal
(no Pensamento Português Contemporâneo)
Paulo Borges
2011-2012

I

1. Antero de Quental: espírito e natureza; evolução e libertação universal; homem, fraternidade cósmica e santidade.
2. Guerra Junqueiro: a unidade do ser e o acesso a Deus pelo amor ao universo.
3. Sampaio Bruno: homogeneidade, diferenciação e reintegração; crítica do antropocentrismo, libertação humana e libertação universal.
4. Teixeira Rego: a nova teoria do sacrifício e o pecado original; o surgimento do homem pela mutação do regime alimentar do antropóide e o curso trágico da civilização.
5. Teixeira de Pascoaes: cisão primordial, saudade, irmandade cósmica e regresso à “identidade originária”; a “transfiguração panteísta” e franciscana do cristianismo; “Deus só Deus” igual a “Nada”: o ateoteísmo. O saudosismo e a “Era Lusíada”.
6. Fernando Pessoa: do “transcendentalismo panteísta” ao “ser e sentir tudo de todas as maneiras” (Álvaro de Campos) e ao “Caminho da Serpente” (Raphael Baldaya); “Ser tudo”: Portugal e o Quinto Império.
7. Agostinho da Silva: uno, cisão e recriação do Paraíso; a crítica do antropocentrismo: do homem “dono do mundo” ao homem seu “servidor”; a “paz” da não distinção entre “eu” e “outro”. Portugal, a Lusofonia e o Quinto Império.
8. Eudoro de Sousa: “Ultra-Ser” e “excessividade caótica”; o simbólico e o diabólico; mito, natureza e história; o homem como o animal que recusa o gratuito.



Introdução aos Grandes Paradigmas Filosóficos, Religiosos e Espirituais
José Manuel Anacleto
2011-2012

Esta disciplina trata de apresentar as questões fundamentais e os modos de aproximação e vivências nas diferentes espiritualidades, bem como os distintos paradigmas filosóficos, religiosos e espirituais vigentes em cada época e cultura em que simultaneamente se inserem e são causas condicionadoras.
Ambiciona-se, deste modo, aprofundar e ampliar as perspectivas oferecidas pelas tradições religiosas e filosofias da espiritualidade e ainda as formas de aproximação, de postura, de interesse e de problematização (adesão ou rejeição) por parte dos indivíduos participantes nessas culturas ou integrados em outras culturas.
Pretende-se que no final do curso os estudantes possam ter adquirido uma boa compreensão de tópicos essências do pensamento humano nas várias culturas do mundo.

Tópicos
1. O Espanto e a Interrogação
2. Opinião, Crença, Ciência e Iluminação
3. Teoria e Praxis (Pratica da Teoria e Teoria da Prática)
4. Cosmogénese e Antropogénese
5. O Infinitamente Grande e o Infinitamente Pequeno
6. Macrocosmos e Microcosmos
7. Modelos de Tempo: Cíclicos e Linear
8. Protecção, Salvação, Libertação, União
9. Vontade Ascética e Vontade Transformadora (e astenia/inanidade)
10. Crença, Obediência, Ciência, Contemplação
11. Ser, Consciência e Percepção
12. Númeno e Fenómeno
13. Como, Porquê e Para Quê
14. O Bem e o Mal
15. O Problema do Mal
16. Unidade e Diversidade
17. Espírito e Matéria
18. Vida e Morte.


NOÇÕES ESSENCIAIS DAS MOVIMENTAÇÕES DE ESPIRITUALIDADE NO MUNDO
José Manuel Anacleto
2011-2012

Tópicos:
1. Ecos de um Passado Remoto. Os Progenitores Divinos, Lemúria, Atlântida, o(s) Dilúvios.
2. Deuses e Heróis
3. A Índia Ante-Védica.
4. Ṛṣis, Avatāras e Brâmanes.
5. As Upanidhades. Darshanas.
6. Reformas Jainista e Budista e dialécticas no seio do Hinduísmo.
7. Os sábios da China
8. A Pérsia
9. As Mitologias Semitas
10. Os Judeus
11. Egipto, Hierofantes e Hermetismo
12. Os Mistérios, a Magna Grécia e a Filosofia
13. O Cristianismo. Fases de desenvolvimento. Relações com Judaísmo, Paganismo e Filosofias Helénicas, Gnosticismo e Espiritualidades Orientais
14. Islamismo.
15. Conflitos e reformas no seio do Cristianismo.
16. O embate com a Ciência Moderna
17. O Hermetismo e a Cabala na Alta Idade Média e na Renascença.
18. O Movimento Espiritista
19. A Teosofia e o Movimento Esotérico do último século e meio
20. O Redespertar do Oriente
21. Ecumenismos


HERMENÊUTICA DE TEXTOS FILOSÓFICO-RELIGIOSOS
António Faria/Maria Manuela Gomes
2011-2012


Esta disciplina é pretexto para uma viagem muito concisa, uma breve jornada hermenêutica desde a Antiguidade Pré-clássica à Antiguidade Tardia. Nesta disciplina é nosso objectivo, através de aulas teórico-práticas, dar a conhecer aos alunos alguns desses textos seminais que caracterizam diferentes filosofias/religiões/espiritualidades, abrangendo um largo espaço que, na temporalidade, desemboca nos séculos V-VI da E.C.
A leitura desses textos tem originado ao longo dos tempos exegeses e hermenêuticas, esforços de interpretação do(s) sentido(s) desses escritos, conforme os vários contextos culturais que entretanto foram surgindo. Tal remete para a necessidade de se fazer um percurso, mesmo que muito breve, mas que possa conduzir a um melhor entendimento, através de um adequado enquadramento, das suas propostas filosófico-espirituais, dando assim resposta a algo de profundo que parece radicar em toda a Vida Manifestada. Consequentemente, todo o ser senciente, humano, dando resposta a um impulso radical, interroga para saber/Conhecer.
Os textos serão apresentados e comentados nas aulas, tendo em conta que as eventuais interpretações sugeridas, serão apenas e nada mais do que propostas entre outras possíveis. Sempre que for oportuno, tentaremos e estabelecer pontes entre texto e conceitos homeomórficos de diferentes tradições.

I. Introdução à Hermenêutica. Fontes e Comentários. Exegese. A Theoria como ouvir/ler, validar e praticar.
a. Introdução ao problema. Vários tipos de hermenêutica.
b. Tentativa de enquadrar o objecto.
c. Âmbito da Hermenêutica.
d. Epistemologia ou Teoria do Conhecimento. Semiótica e Filosofia da Linguagem. Paradigmas a “ocidente” e a “oriente”.
II. Se traduzir é interpretar, é então trair? Algumas questões subjacentes à interpretação de um texto. A relação sujeito-objecto como
proposta datada culturalmente.
a. Contextos culturais.
b. Tradições.
c. Sistemas e sub-sistemas
III. Teorias e níveis de interpretação. A necessidade de um equilíbrio.
IV. Algumas considerações sobre a linguagem do Mito.
V. Os Textos e os seus contextos.
VI. Diálogo Inter-cultural.
VII. Textos
a. Índia: Vedas, Épicos e Darśanas.
b. Egipto, Suméria, Hititas e Babilónios.
c. China
d. Grécia.
e. Gnoses.
f. Bíblico-judaicos.
g. Mística.

LINGUAGEM, SIMBOLOGIA E RITUAL
António Pires de Carvalho
2011-2012

1. O imaginário-simbólico e o lógico-discursivo – introdução.
2. Ritos, confissões (doutrinas religiosas) e: espiritualidade.
3. Ensaio antropológico- histórico de uma tipologia dos saberes. Magia, religião e filosofia / ciência.
4. O Sagrado e o Profano; o mundo animado e o mundo mecânico.
5. Mito e narrativa, rito e cerimónia. Os temas e ciclos dos mitos; os ritos como actualização dos mitos.
6. Genealogia das ciências e epistemologia – noções elementares. Signos (o convencional) e símbolos (o analógico).
7. As mães encantadas e encantadoras da (s) ciência (s): matemáticas sagradas, astrologia e alquimia (ser e significar).
8. Comunidade e Sociedade. Do xamanismo à alta cerimonial magia ou teurgia.
9. O arcaico-tradicional e a modernidade; o prestígio e a função dos saberes – dominantes e variantes.
10. A relevância civilizacional das cidades antigas e seus impérios.


LÍNGUA GREGA CLÁSSICA/TÓPICOS DO PENSAMENTO GREGO HELÉNICO/RELIGIÕES DE MISTÉRIOS
Manuela Gomes; António Faria; José Manuel Anacleto
2011-2012

Esta disciplina, na sua triplicidade, tem por objectivos:

A. Dar aos alunos algumas ferramentas básicas para a aprendizagem da língua Grega. As aulas da Língua Grega terão um carácter teórico que passa pela aprendizagem fonética e gramatical, e que inclui também como praxis a tradução de frases ou de pequenos textos, de autores da Antiguidade Clássica. Quanto à escolha dos textos, está subjacente o dar possibilidade ao aluno de entrar em contacto com algumas das tradições do pensamento Grego e Helénico e as suas Religiões de Mistérios.

B. Por outro lado, o conhecimento de uma língua quando associado ao saber de algumas das suas raízes culturais e filosófico-religiosas apresenta diversas vantagens, onde se evidencia por exemplo a possibilidade do controlo de uma tradução. Deste modo, os TÓPICOS DO PENSAMENTO GREGO E HELÉNICO/RELIGIÕES DE MISTÉRIOS em associação com a LÍNGUA GREGA CLÁSSICA, em muito poderão contribuir para um olhar abrangente, consequentemente mais profundo e fraterno, que viabilizará um melhor diálogo inter-cultural sobre o que está em causa, diminuindo tendencialmente o impacto de propostas resultantes da super imposição de (pré)conceitos, tantas vezes ao sabor das modas e interesses de uma dada época.



I - Grego
1. Alfabeto.
2. Casos.
3. Declinações.
4. Verbos.
5. Tradução de frases de pensadores Gregos que visem a consolidação da aprendizagem gramatical. Anaxágoras, Heraclito,
Parménides, etc.

II - Tópicos do Pensamento Grego e Helénico
a. Chaos e Kosmos
b. Arché
c. Areté (e relação com Dharma)
d. Paideia

III - Religiões de Mistérios
1. Baco – Dioniso
2. Apolo
3. Orfismo e suas Influências.
4. O Pitagorismo.
5. Mistérios Egípcios absorvidos pelos Gregos.
6. Hermes.
7. Os Mistérios de Eleusis.
8. Os Mistérios da Samotrácia.
9. O Oráculo de Delfos.
10. Apolónio de Tiana.

-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Breve Apresentação de alguns Docentes


António Faria – Licenciado em Ciência das Religiões pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; Pós-Graduação em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Pós-Graduação em Ciência das Religiões pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; Investigador, na Área de Ciência das Religiões da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, sobre Kāla (Tempo), segundo as Darśanas Sāṁkhya-Yoga, o Buda Dharma (Grande Mādhyamaka e Nyingmapa do Budismo Vajrayāna) e na Tradição-Sabedoria hoje conhecida como Teosofia. Sócio-fundador da Associação Cultural "Sopro Infinito"; Sócio-fundador do "Círculo do Entre-Ser", Associação Filosófica e Ética. Colaborador das Revistas "Cultura ENTRE Culturas" e "Biosofia".

António Pires de Carvalho – Professor no Ensino Politécnico (ISCAC), nas áreas de Direito, Economia e Ciências Sociais; tratou do tema: Economia e Religião; e problematizou: a Contabilidade por partidas dobradas e a Cabala/Árvore Sefirótica. Como Professor da Universidade Internacional desenvolveu cadeira de Direito Comparado, investigando os Direitos Religiosos. Donde comunicações sobre Monoteísmo e Politeísmo, destacando: o Misticismo Judaico e a Palavra; a tradição Hindu; a Sociologia das Religiões. Tendo ensinado Sociologia, releva-se a análise cultural em termos de arcaico-tradicional e modernidade. Mestrado em Ciências Jurídico-Empresariais pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra; estudos de Sociologia no contexto de departamentos académicos e centros de estudos.

José Manuel Anacleto – Fundador e Presidente do Centro Lusitano de Unificação Cultural (que já entrou no 24º ano de funcionamento), com actividades lectivas e editoriais (em 5 línguas); Fundador e Responsável da revista Biosofia (que já entrou no seu 13º ano de publicação); Sócio-fundador da Associação Cultural "Sopro Infinito"; Autor de mais de 10 livros e de mais de 100 artigos no domínio da Espiritualidade; Conferencista e docente de Esoterismo, Teosofia, Tradições Filosóficas, Religiosas e Espirituais, e Literatura há mais de 20 anos, totalizando 35 anos o seu estudo e reflexão nessas áreas; Licenciado em Direito.

Manuela Gomes – Licenciada em Ciência das Religiões pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias; Área de investigação: Cristianismo Primitivo; Área de estudo: Língua Clássica Grega; Mestranda na área de Ciência das Religiões.

Paulo Borges – Presidente da União Budista; Presidente da Associação Agostinho da Silva; Presidente do PAN – Partido pelos Animais e pela Natureza; Vice-Presidente da Associação Interdisciplinar para o Estudo da Mente; Responsável pela revista Cultura ENTRE Culturas; Sócio-fundador e membro da Direcção do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira; Membro Fundador da Associação Portuguesa para o Estudo das Religiões; Licenciado e Doutorado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; Professor do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde trabalha nas áreas de Filosofia da Religião, Filosofia em Portugal e Antropologia e Cultura e integra o projecto de investigação “A Filosofia e as Grandes Religiões do Mundo”; Membro e investigador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, onde coordena o projecto “Agostinho da Silva: estudo do espólio” e integra os projectos “A questão de Deus. História e Crítica” e “Arte e Religião”; Autor de mais de 20 livros e de mais de 100 artigos, no domínio da Filosofia, da Espiritualidade e da Literatura.

sinto-me:

publicado por ofaroldealexandria às 21:37
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Sexta-feira, 20 de Maio de 2011
Esperança

                                                                                                      42

 
P) Tal como muitas outras pessoas que conheço, quase toda a minha vida me senti imersa num estado de depressão ou tristeza indefinida, quer dizer, sem razão aparente (pelo menos na maior parte dps casos). A que se poderá dever essa situação, que julgo ser comum a tantas outras pessoas?
 
R) Muitos de vós tendes uma reminiscência mais ou menos profunda de situações dolorosas do passado - não Nos referimos unicamente a esta existência mas, sobretudo, a vidas anteriores - e isso provoca-nos uma reacção instintiva de medo, preocupação e ansiedade, umapredisposição de sofrimento, que desde logo, por si só, gera esse mesmo sofrimento que a vossa sensibilidade teme.
 
Por outro lado, aqueles que desenvolveram uma consciência mais subtil tornam-se necessáriamente mais sensíveis à enorme, à tremenda dor que se vive na Terra. Efectivamente, milénio após milénio, o mundo foi-se tornando repleto de sofrimento, de repetidos e incontáveis - tantas vezes agudíssimos - sentimentos de dor, quer dos seres humanos quer dos animais. A vossa atmosfera psíquica encontra-se por eles saturada. À medida que ides partindo o vosso cascão de egoísmo, não podeis deixar de sentir essa opressão que vos angustia. Com o tempo, transformais essa angustia em anelo de Servir (o que muitos dos leitores desta obra estarão fazendo) e esse bem querer será a força magnética que atrairá cada vez mais oportunidades de vos tornardes construtivamente úteis. Então, virá o dia em que essa tristeza se transmudará numa lúcida alegria - muito mais forte, intensa, profunda e sublime do que a enganosa alegria (ou antes, euforia) dos que ainda não despertaram para a sensibilidade à dor do mundo.
 
 
                                                                               43
P) Devemos ter esperança?
 
R) Porque Deus, Suprema Bondade e Suprema Realidade, é o Fundamento, a Fonte de Vida e de Ser, a Energia e a Substância, o Princípio e o Fim do Universo (no qual está imanente), devemos ter mais do que esperança: devemos ter absoluta confiança de que "O Bem porfia e o Mal desespera"* e de que "a dor é temporária mas o Amor não tem fim; a ilusão é passageira mas a Realidade é Eterna"**.
 
* Citação de "As Novas Escrituras, Vol. IV - Ensinamentos de Maitreya" (Centro Lusitano de Unificação Cultural)
** Citação de #Sete Chaves" (Centro Lusitano de Unificação Cultural)
 
In "Luzes do Oculto"; Centro Lusitano de Unificação Cultural (www.centrolusitano.org)


publicado por ofaroldealexandria às 19:05
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 22 de Dezembro de 2010
O Tao

"O grande Tao espraia-se como uma onda,

é capaz de ir para a direita e a esquerda.

 

Todos os seres nasceram dele

sem que ele seja o seu autor.

Realiza as suas obras

mas não se apodera delas.

 

Protege e alimenta todos os seres

sem que seja o seu senhor,

por isso podemos chamar-lhe grandeza.

 

É por não conhecer a sua grandeza

Que a sua grandeza se realiza."

 

 

in, O Livro do Caminho Perfeito, Lao Tse

 



publicado por ofaroldealexandria às 15:25
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Terça-feira, 26 de Outubro de 2010
O Destino

"Lembrai-vos que o destino não é mau, mas sempre justo, mesmo se as provas são pesadas. Recordai-vos de que jamais se sofre em vão, pois a dor esculpe a alma. A lei do próprio destino obedece a equilíbrios profundos e é inútil rebelar-se. Há dores que parecem matar, mas jamais se apresentam sem esperança; nunca sereis onerados acima de vossas forças. A reacção das inexauríveis potências da alma é proporcional ao assalto. Tende fé, ainda que o céu esteja negro, o horizonte fechado e tudo pareça acabado, porque lá sempre está à espera uma força que vos fará ressurgir. O abandono e sua sensação fazem parte da prova, porque só assim podereis aprender a voar com as próprias asas. Mesmo quando dormis ou ignorais, o destino vela e sabe: é uma força sempre activa na preparação do vosso amanhã, que contém as mais ilimitadas possibilidades."

 

In "A Grande Síntese", de Pietro Ubaldi



publicado por ofaroldealexandria às 14:13
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 7 de Julho de 2010
Grandeza de visão

 

http://outrosentido.blogs.sapo.pt/88080.html

 

'Retirado do blog Outro Sentido'



publicado por ofaroldealexandria às 14:07
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 15 de Abril de 2010
Libertação

"Libertação é quando a mente não deseja nada, não lamenta nada, não rejeita nada, não se agarra a nada, não é agradada nem desagradada por nada".

 

Astavakra-Gita (8.2)



publicado por ofaroldealexandria às 14:45
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 14 de Abril de 2010
Religiosidade cósmica

“A tarefa suprema do físico é chegar àquelas leis universais elementares a partir das quais o cosmos pode ser construído pela via da dedução pura. Não há nenhum caminho lógico para estas leis; apenas a intuição, assentando na compreensão empática, pode conduzir a ela. (...) O estado de sentimento que nos torna capazes de tais realizações é semelhante àquele do crente religioso, ou ao de alguém que está apaixonado”; “Para mim basta contemplar o mistério da vida consciente perpetuando a si mesma ao longo de toda a eternidade _ e reflectir sobre a estrutura maravilhosa do universo, que nós só podemos perceber palidamente – e tentar humildemente compreender pelo menos uma parte infinitesimal da inteligência manifesta na natureza”; “Entretanto, há um terceiro estado de experiência religiosa, que aparece em todas as classes, mas raras vezes se encontra em forma pura, tipo esse que eu apelido de experiência religiosa cósmica. É bem difícil explicar esse sentimento a alguém que dele não possua nenhuma experiência, sobretudo porque aqui cessam todas as concepções antropomórficas de Deus. Neste nível, o homem sente o nada de todos os desejos e escopos humanos, bem como a maravilhosa e sublime ordem que se manifestam tanto na natureza como no mundo do pensamento. Aqui, o homem contempla a existência individual como uma espécie de prisão e anseia por experimentar o Universo como um Todo único e significativo. Os primórdios dessa religiosidade cósmica já aparecem em remotos estágios evolutivos da humanidade, como, por exemplo, em muitos dos salmos de David e em alguns profetas. O budismo, como fazem ver especialmente os maravilhosos escritos de Schopenhauer, contém disto vestígios notavelmente mais ricos.

Os génios religiosos de todas as épocas distinguem-se por esta espécie de sentimento religioso, que desconhece dogmas e ignora um Deus concebido à imagem do homem, razão porque nenhuma igreja pode basear neles a sua doutrina central. Por isto, é precisamente entre os hereges de todos os tempos que encontramos homens repletos da mais elevada espécie de sentimento religioso, sendo por tal, em muitos casos, considerados pelos seus contemporâneos como ateus, às vezes também como santos. A esta luz, homens como Demócrito, Francisco de Assis e Spinoza têm grande afinidade entre si. Como pode a experiência cósmica ser comunicada a outra pessoa, quando não evoca nenhuma noção de Deus ou qualquer teologia já definidas?

A meu ver, a mais importante função da arte e da ciência consiste em despertar este sentimento e mantê-lo vivo nas pessoas que dele são capazes. (...)

Por outro lado, eu sustento que a religiosidade cósmica é o mais poderoso e nobre estímulo para as pesquisas científicas. Somente os que compreendem os imensos esforços e, acima de tudo, a obra pioneira que a ciência teórica exige, são capazes de avaliar o poder de comoção que é susceptível de brotar de tal obra, que está tão distante das realidades imediatas da vida.

A convicção da racionalidade do Universo e o anseio de compreender – mesmo com débil reflexo mental – essa racionalidade, é o que deve ter animado Kepler e Newton a levar por diante, ao longo de anos, os seus solitários esforços, a fim de explicar os princípios da mecânica celeste.

O que confere forças a homens dessa têmpera é o sentimento de religiosidade cósmica. Disse um dos nossos contemporâneos, e com justiça, que, nesta era de materialismo em que vivemos, os cientistas sérios são os únicos homens profundamente religiosos. Dificilmente encontraríamos entre as mentalidades científicas um só homem que não fosse de uma religiosidade peculiar. Mas essa religiosidade é tão diferente da religião do homem ingénuo (...) o sentimento religioso assume a forma de um arrobo de estupefacção, perante a visão da harmonia da lei universal, que revela uma inteligência de tamanha superioridade que, em face dela, todo o raciocínio sistemático e todas as actividades do homem não passam de um reflexo extremamente insignificante. Esta experiência é o princípio que guia o homem na sua vida e nos seus trabalhos, preservando-o das algemas dos desejos egoísticos. Está fora de dúvida que, nisto, revela o cientista religioso uma afinidade que se assemelha à que dominava os génios religiosos de todos os tempos”

 

Alfred Einstein ; citado no livro “Alexandria e o Conhecimento Sagrado”; edição do Centro Lusitano de Unificação Cultural



publicado por ofaroldealexandria às 17:33
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quinta-feira, 18 de Março de 2010
Sobre os números

«... todas as cosmogonias sem excepção baseiam-se, entrelaçam-se e intimamente se relacionam com números e figuras geométricas.

Um Iniciado dirá que estas figuras e símbolos dão valores numéricos, baseados nos valores integrais do círculo, chamado pelos alquimistas 'A secreta morada da sempre invisível Divindade'... Relacionando as ideias com os números, podemos operar com as ideias da mesma maneira do que com os números, estabelecendo, assim, a Matemática da verdade».

 

                Helena Blavatsky;  citada no livro "Grécia Mágica" da editora Ésquilo


sinto-me:

publicado por ofaroldealexandria às 13:27
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

Quarta-feira, 20 de Janeiro de 2010
A Música
P) No domínio das Artes, qual a que tem maior influência positiva na vida das pessoas?
 
R) Todas são importantes e todas podem constituir uma abundante fonte de inspiração. No entanto, a música influencia e sensibiliza a generalidade das pessoas, mesmo as menos cultivadas e as mais embrutecidas, o que não se verifica tão facilmente com todas as outras Artes
 
Por outro lado, observando prospectivamente, por alguma razão é o sentido mais antigo, o que primeiro se sensibilizou e desenvolveu. No longuíssimo percurso evolutivo humano, depois da descida à materialidade, a primeira interacção com a natureza foi auditiva. Mais tarde, surgiu a visão - e com ela, e com o seu apuramento, o desenvolveram-se outros ramos da Arte, nomeadamente, a Pintura, a Escultura e a Arquitectura (através das quais, também, foi possível vislumbrar as potencialidades criadoras do génio humano)
 
 
P) O que é a "música das esferas"?
 
R) É a "Canção do Universo", a Harmonia e a relação matemática entre todos os corpos siderais - unidades colectivas de vida. É o pulsar misterioso e uníssono de todos os corações desse Universo, a pluralidade, a infinidade de todas as notas-chave, numa sinfonia ímpar, prenhe, propulsora e glorificadora de vida. É o númeno (a essência oculta) de todas as coisas criadas, em vibrante sintonia.
 
 
In Luzes do Oculto - Perguntas com Respostas,  editado pelo Centro Lusitano (www.centrolusitano.org)


sinto-me:

publicado por ofaroldealexandria às 15:56
link do post | comentar | adicionar aos favoritos
|

.mais sobre mim
.pesquisar neste blog
 
.Setembro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16

18
19
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29


.posts recentes

. Lançamento do livro "Text...

. "Espiritualidades no Mund...

. Esperança

. O Tao

. O Destino

. Grandeza de visão

. Libertação

. Religiosidade cósmica

. Sobre os números

. A Música

.arquivos

. Setembro 2011

. Maio 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

. Julho 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Janeiro 2010

. Julho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Setembro 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Novembro 2007

. Junho 2007

. Abril 2007

. Março 2007

. Fevereiro 2007

. Janeiro 2007

. Novembro 2006

. Outubro 2006

. Setembro 2006

. Julho 2006

. Junho 2006

. Maio 2006

. Abril 2006

. Março 2006

. Fevereiro 2006

. Janeiro 2006

. Dezembro 2005

. Novembro 2005

. Outubro 2005

. Setembro 2005

. Agosto 2005

. Julho 2005

. Junho 2005

. Maio 2005

.links
.Fazer olhinhos
blogs SAPO
.subscrever feeds